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Aquarela São João - 3422-1234 / 3422-7880
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segunda-feira, 4 de junho de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
O verdadeiro valor da colaboração.
Após uma rápida pesquisa na internet, em sites de compras, descobri que uma cadeira de rodas, do modelo mais simples, custa em média R$250,00. Não sei quanto custa 80Kg de alumínio, ou 120 garrafas pet cheias de lacres de latinhas, mas isso tudo me fez descobrir o verdadeiro valor da colaboração.
Há poucos dias, a Escola Aquarela, abraçou uma campanha para arrecadação de lacres de latinhas de alumínio, para a troca por cadeiras de rodas. A cada 120 garrafas pet cheias de lacres, ou 80Kg de alumínio, troca-se por uma. Muitos podem pensar: não é mais fácil pagar ou arrecadar os R$250,00 e pronto? Os pais da Aquarela sem dúvida sabem a resposta!!! O aprendizado por traz da ação, não tem preço. Em um mundo cheio de agressões ao meio ambiente e que cada vez mais precisa e valoriza a reciclagem de materiais, é indispensável educar nossos filhos para um futuro melhor, incluindo a beneficência.
Em um único dia, sem muita divulgação, ainda não abrangendo o número ideal de adeptos, os pais e alunos da Escola Aquarela, já encheram uma garrafa pet. Por isso, sem dúvida alguma, como ainda contaremos com a contribuição das funcionárias, familiares, amigos e conhecidos, certamente podermos conseguiremos obter muitas cadeiras de rodas.
Aproveito ainda, para relatar minha enorme felicidade e satisfação quando meu filho, na sexta-feira ao voltar do Anglo me entregou 21 lacres que havia conseguido com os amiguinhos. Isso por si só já me deixou satisfeito com a abrangência e novamente com o verdadeiro valor da colaboração.
Contamos com a colaboração de todos.
Atenciosamente
Gilson Barrichello Junior
31 de Maio - Dia Mundial Sem Tabaco.
Ontem, 31 de Maio, foi o Dia Mundial Sem Tabaco...
Se você fuma....pense a respeito:
Fumo passivo traz problemas respiratórios duradouros para crianças.
Nova pesquisa mostra que a exposição ao cigarro logo cedo está ligada a sintomas como chiado, tosse e tosse crônica.
Fumar perto do seu filho pode desencadear problemas de saúde que vão acompanhá-lo durante toda a vida. Foi o que mostrou uma nova pesquisa da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, depois de analisar dados de 371 pessoas que participaram de um grande estudo desde a infância. Os estudiosos descobriram que 52% das pessoas foram expostas ao fumo passivo quando eram crianças e que isso estava diretamente ligado a sérios problemas respiratórios, como chiado persistente, tosse e tosse crônica.
O aparecimento desses sintomas, segundo os pesquisadores, também aumenta os riscos doenças respiratórias crônicas e deficiências pulmonares aparecerem anos mais tarde. “Isso acontece porque a criança é exposta muito cedo a mais de 4.700 substâncias tóxicas, que podem causar infecções pulmonares, como pneumonia e asma, e nas vias aéreas superiores, como sinusite e rinite”, afirma Andréa Sette, pneumologista do Hospital São Luiz (SP). E o fumo passivo é tão grave quando o próprio fumo: a criança inala as toxinas da mesma maneira, mesmo durante a gravidez. "A nicotina atravessa a placenta muito facilmente e esse contato aumenta as chances de parto prematuro, aborto espontâneo e baixo peso ao nascer", completa a especialista.
Se você ou alguém na sua casa fuma, não deixe as crianças (e as grávidas) no mesmo ambiente enquanto o cigarro estiver aceso. Mesmo assim, o fumante fica com o cheiro do tabaco na roupa e no corpo e isso pode piorar uma doença respiratória já existente. Caso seu filho já tenha asma ou bronquite, por exemplo, ele não pode ficar em contato com essas substâncias de maneira alguma.
Fonte: Revista Crescer
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Quando é hora de levar o filho ao pronto-socorro?
Veja em que situações o melhor é procurar atendimento rápido.
Quantas vezes você não chegou no pronto-socorro com seu filho e, no meio de tantas crianças abatidas e com febre, encontrou outras que corriam pela sala de espera inteira e até gargalhavam?
De fato, não são todas que precisavam estar lá, mas a ansiedade dos pais e até a dificuldade de falar com o pediatra são motivos que os levam a correr com os filhos para o hospital mais próximo, como explica Cid Pinheiro, pediatra do Hospital São Luiz (SP). Outra questão é a rapidez com que circulam as informações. “Um caso de meningite em uma cidade vira em poucos minutos notícia na internet. Isso pode gerar preocupação em locais em que nem há grandes riscos da doença”, diz. A consequência disso são prontos-socorros lotados e uma espera enorme para a consulta.
Por outro lado, não se pode generalizar: há situações, como intoxicação e dificuldade respiratória, em que você tem, sim, que correr com a criança para o hospital – mesmo se ela parecer estar “boazinha”. Para ajudar você a saber o que é urgência ou não, selecionamos algumas situações em que o melhor é levar seu filho ao pronto-socorro. Confira:
Diarreia
O maior problema da diarreia é a desidratação. Lábios e língua secos, falta de elasticidade da pele, diminuição da urina e olhos fundos são sinais clássicos do problema, que exige atendimento imediato. Esses sintomas podem aparecer após algumas horas ou depois de alguns dias.
Alergia
Manchas pelo corpo e coceira precisam ser tratados, mas podem esperar uma consulta com o pediatra ou o dermatologista. A situação é grave quando existe algum sintoma respiratório. Tosse rouca, dificuldade para respirar ou chiado estão entre eles. Também é preciso ficar atento com os sinais de choque anafilático, como inchaço nos lábios e garganta.
Ferimentos/quedas
Se a criança tiver um sangramento intenso e difícil de estancar, é motivo para correr para o PS. O mesmo vale para traumas sérios, como a queda de um brinquedo alto, ainda que não exista sinais de fratura. Se o seu filho bater a cabeça, observe seu comportamento nas próximas 18 horas. No entanto, se ele desmaiar, vomitar uma ou mais vezes, mostrar desorientação, continuar irritado após 15 minutos da queda, ficar mole e sem pique, não pense duas vezes e vá ao hospital.
Febre
A febre por si só não deve preocupar. Por um período de 12 horas, você pode controlá-la em casa. Lembre-se de que o antitérmico leva até 50 minutos para fazer efeito. Se não estiver conseguindo baixar a temperatura do seu filho com o remédio – ou ela apresentar picos acima de 39,5oC – vá ao pronto-socorro. A mesma recomendação serve para casos em que a febre está associada a outros sintomas, como vômito, diarreia, dor de cabeça, choro exagerado, alteração de comportamento e sonolência excessiva.
Intoxicação
Remédios e produtos de limpeza (principalmente aqueles que são guardados em garrafas de refrigerantes) são os campeões da intoxicação infantil. Nesse caso, não há dúvida: vá para o hospital. Não induza o vômito porque algumas substâncias (como a soda cáustica), quando expelidas de maneira inadequada, agravam a lesão. Antes de sair de casa, pegue o rótulo da substância, tente verificar a quantidade ingerida e marque o horário. Se for uma planta, procure saber o nome dela. Qualquer informação que você tiver será importante na hora de o seu filho ser avaliado.
Dificuldade respiratória
Cansaço respiratório, laringite e rouquidão são outros sinais de alerta e podem ser indícios de um caso mais grave, como início de pneumonia. Pequenos objetos também podem causar problemas respiratórios. Se a criança aspirar ou engolir um brinquedinho, por exemplo, vá imediatamente ao PS.
Convulsão
Se a criança sofrer convulsão, os pais têm de procurar auxílio médico imediatamente, porque apenas um profissional saberá precisar o que pode acontecer, quanto tempo a crise vai durar e se é complexa ou não. Você deve observar por quanto tempo a criança se debateu, se enrolou a língua, quais movimentos fez, se os músculos enrijeceram ou não.
terça-feira, 29 de maio de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Festa Junina Escola Aquarela 2012
Prezados Pais
Informamos que a promoção do concurso “Mr. e Miss Caipirinha”, tem como objetivo a integração de toda a nossa comunidade em prol de uma campanha beneficente, e isso temos passado às crianças, inclusive informando que a participação é uma brincadeira e não é obrigatória.
Somos de opinião que realmente devemos ensinar o amor ao próximo e ajuda mútua, como já fazemos habitualmente, sem descartar a rivalidade e a competição, logicamente de forma honrosa e com lisura, pois queira ou não, um dos objetivos de uma Escola Infantil bem intencionada, é alicerçar uma criança, preparando-a para vida, pois ela é feita de conquistas e também de derrotas. Assim mesmo havendo um sorteio, a frustração não estaria descartada.
Lembramos mais uma vez que estamos nos esforçando ao máximo e temos nos dedicado muito para realizar uma festa junina exclusiva para as nossas crianças e familiares, sem visar lucro ou qualquer outro tipo de vantagem, pois a renda líquida, inclusive o da promoção supracitada, será integralmente destinada ao Projeto Ilumina.
Agradecemos a compreensão e participação de todos.
Atenciosamente
A Direção
quinta-feira, 24 de maio de 2012
O que fazer quando seu filho não gosta do professor.
Especialistas explicam como deve ser a conversa da família com a criança, com o educador e com a escola.
A criança chega em casa chateada, jogando a mochila no chão e reclamando da escola. Você ouve que o professor não gosta do seu filho ou que seu filho não gosta do professor. A reação natural de qualquer pai é ficar alarmado. Mas é preciso tentar manter a calma. A forma como você lida com a situação pode tornar as coisas muito melhores ou muito piores. Procurar uma resolução pacífica garante o melhor resultado para a vida escolar do seu filho, já que uma boa relação entre o aluno e o professor é um dos fatores que mais influenciam na aprendizagem, segundo a psicóloga e pedagoga Neide Saisi, da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).
Tanto adultos quanto adolescentes e crianças só aceitam que outra pessoa os ensine quando existe uma relação de confiança. "A pessoa só aprende com aqueles a quem ela delegou o direito de ensinar. E ela só dá esse direito a quem ela confia. É um processo inconsciente", explica a pedagoga. E para estabelecer essa confiança, primeiro é preciso criar um laço afetivo. A relação de afeto é fundamental principalmente nos primeiros anos de escola. Se a convivência com o professor é ruim, o aluno começa a rejeitar o processo de aprendizagem e se torna indócil e desinteressado. Por extensão, ele deixa de gostar da escola. "Ela deixa de ser um fato de desenvolvimento e aprendizado e passa ser um local de punição", diz Saisi.
Seu filho tem dificuldades nos estudos, notas baixas ou simplesmente tem mostrado o desejo de não ir para a escola? Vale a pena perguntar como anda o relacionamento dele com os professores. Nem sempre crianças e adolescentes deixam claro como é essa relação e os pais acabam não percebendo que esse é um dos fatores do problema.
A boa notícia é que na maioria das vezes é possível resolver o conflito por meio do diálogo. "Basta os dois lados estarem abertos", diz a psicóloga Sueli Conte, autora do livro "Bastidores de uma Escola" (Editora Gente) e atual diretora do Colégio Renovação, em São Paulo. Segundo ela, o primeiro passo é descobrir qual a origem da desavença, que pode ser resultado tanto do comportamento da criança ou até mesmo do docente. "O professor é um ser humano, ele também erra", explica Neide Saisi. Classes lotadas, estresse, problemas emocionais... Tudo isso pode levar o educador a ter atitudes inadequadas. "Mas normalmente ele é bem intencionado e está disposto a se corrigir se perceber se agiu de forma injusta", afirma Sueli Conte.
Fonte: Site Educar para Crescer
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