No fim do ano passado, Beau, de 2 anos, e seu cachorrinho vira-lata Theo, de 7 meses, ficaram famosos na rede social Instagram. Isso porque Jessica Shyba, a mãe de Beau, resolveu publicar fotos (muito fofas!) das sonecas dos dois. Hoje, além dos amigos crescerem e ganharem ainda mais seguidores, totalizando mais de 435 mil, eles mantém a mesma cumplicidade de antes.
Theo foi adotado de um abrigo de Santa Cruz, cidade da Califórnia, nos EUA. Convencida pelos três filhos, Jessica levou-o para casa, em Nova York, onde pode assistir a amizade de Theo e Beau, o bebê da casa, surgir e ganhar força.
Através do blog Momma´s Gone City e da página no Instagram, Jéssica conta o dia-a-dia dos dois, que é acompanhada por milhares de pessoas ao redor do mundo. Nas fotos atuais, Theo e Beau aparecem bem maiores e ainda mais lindos! Quer ver porque a dupla dorminhoca continua tão famosa na web? Confira e divirta-se com as fotos abaixo:
Endereços
Aquarela XV - 3402-5528 / 3434-0328
Aquarela São João - 3422-1234 / 3422-7880
Aquarela São João - 3422-1234 / 3422-7880
segunda-feira, 5 de maio de 2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Você usa o celular durante as refeições que faz com o seu filho?
A mensagem e o e-mail
podem esperar meia hora. No momento de comer, a atenção deve ser dedicada
exclusivamente às crianças
Num
restaurante japonês na zona oeste de São Paulo, mãe e filha sentam-se à mesa. A
mãe conversa pelo celular. A filha, de não mais que 5 anos, espera
pacientemente para olhar o cardápio. Quinze minutos se passam e a ligação
telefônica não se encerra. A mulher pede, enquanto fala ao telefone, dois rodízios
– a criança, finalmente, tem com o que se entreter. Meia hora se passa e nada
acontece. Entre um hashi e outro, a garotinha finalmente desiste: supera sua
timidez e começa a vagar pelo restaurante buscando companhia para conversar.
Claro, sem se esquecer de voltar à mesa esporadicamente para pegar um sushi. E
a mãe? Continua no celular até pagar a conta, até sair do restaurante, até
chegar ao carro, até...
Essa situação, acredite, não é uma ficção. Ela foi
presenciada recentemente por uma repórter. E você já deve ter visto algo
parecido também. Esse hábito, cada vez mais corriqueiro nos dias de hoje,
motivou, inclusive, um estudo publicado no periódico científico Pediatrics
neste mês. Os cientistas da Universidade de Boston (EUA) observaram o
comportamento de 55 adultos que acompanhavam seus filhos em restaurantes de
fast food, na zona metropolitana da cidade. Desse grupo, 40 deles usaram o
celular durante a refeição e demonstraram focar atenção somente no aparelho. Os
pesquisadores optaram por não interagir com os frequentadores do restaurante já
que as famílias poderiam se sentir intimidadas e não apresentariam o
comportamento natural. Dentre as mesas analisadas, as crianças tinham de 0 a 10
anos - 54% delas em idade escolar. Já que não houve abordagem direta, os
cientistas estimaram a data de nascimento de cada uma a partir da altura e do
grau de desenvolvimento dela.
Mas por que devemos evitar o uso do smartphone
nesse momento? De acordo com a psicóloga Rita Calegari, do Hospital São Camilo
(SP), dar atenção às crianças é essencial para o crescimento infantil
saudável. Há quatro momentos no dia que especialmente requerem sua
dedicação aos filhos: durante a higiene (dar banho ou escovar os dentes),
brincadeiras, sono e... refeições. “A alimentação é a base do desenvolvimento
físico. Os pais não podem ser negligentes à mesa”, explica a especialista. Ou
seja: preocupar-se em oferecer um cardápio saudável é tão importante quanto dar
atenção às crianças. Vale lembrar que o almoço ou o jantar não cumpre
simplesmente a função de alimentar – são também ocasiões para confraternizar e
sociabilizar. Enquanto come, seu filho contará como foi o dia na escola, por
exemplo. E você pode relatar a ele algo divertido que tenha ocorrido durante o
expediente no trabalho. Essa troca de histórias trará lembranças para o futuro.
E mais: com a construção dessa intimidade e confiança ficará mais fácil você
saber quando algo não estiver bem com ele também.
No estudo,
a maior parte das crianças passou a se comportar mal diante da atitude relapsa
dos adultos. “Se elas estiverem acostumadas a conversar e, de repente, os pais
começam a usar o celular, farão de tudo para chamar atenção. Pode ser um
protesto atirando comida, por exemplo”, explica Calegari. Já entre as que veem
como padrão o fato de os adultos usarem o celular à mesa, o comportamento passa
a ser apático, menos explorador. A ausência de diálogo não estimula a
curiosidade delas. Sem contar que desviar o olhar do seu filho, principalmente
se ele for pequeno, pode representar um risco à saúde dele, como de engasgar
ou comer algo impróprio.
É claro que, se
estiver aguardando alguma ligação urgente, não haverá problema em atendê-la –
desde que seja uma exceção. Explique à criança o que está acontecendo, peça
licença e resolva o problema. Fora isso, aproveite a própria tecnologia a seu
favor. Em diversos aparelhos, você tem a possibilidade de programar na tela de
bloqueio de muitos aparelhos para ver o remetente da mensagem e o início do
texto, sem necessidade de manusear o celular para descobrir o assunto dos
comunicados.
De quebra, agindo assim vai ficar mais fácil seu filho entender
que a hora do almoço não é momento para ele brincar com os gadgets. Os
aparelhos podem ficar como alternativa para entretê-lo na espera da consulta ao
pediatra, dentista ou enquanto vocês aguardam o jantar chegar em um
restaurante. “A tecnologia pode fazer bem, se usada com bom senso. Mas nada
substitui a atenção”, reforça a psicóloga.
Fonte: Site Crescer
quarta-feira, 26 de março de 2014
Posições do bebê na barriga.
Dentro da barriga,
nem sempre o bebê adota a posição mais indicada para o parto. Mas é possível
ajudá-lo a dar a volta.
1 -
Qual a melhor posição em que o bebê pode ficar?
A melhor posição é a
ocipito-púbica (anterior), o que quer dizer que a cabeça do bebê está a apontar
para baixo, as costas estão coladas à barriga da mãe e a face está voltada para
a coluna vertebral (da mãe). Esta posição permite uma passagem mais suave pelo
canal de parto uma vez que a parte mais pequena da cabeça do bebê atinge o colo
do útero (parte baixa do útero) em primeiro lugar. A maioria dos bebês adota
naturalmente esta posição antes do nascimento.
2 -
Quais as outras posições em que o bebê pode estar?
O bebê pode ficar na
posição ocipito-sagrada posterior (quando a parte detrás da cabeça e as costas
ficam junto à sua coluna vertebral), na posição transversal (quando se
posiciona ao longo da pélvis com a cabeça de um lado e as nádegas do outro) e
em apresentação pélvica (longitudinalmente no útero, com as nádegas ou os pés
junto do canal de parto).
3 -
Como posso ajudar o meu bebê a adotar a posição mais adequada?
Existem alguns
exercícios, desenvolvidos pela parteira neozelandesa Jean Sutton, denominados
OFP (‘optimal fetal positioning’). O truque passa por se manter ativa durante a
gravidez, o que influencia o bebê a adotar a posição mais correta no útero.
Também é importante que passe algum tempo por dia na «posição de quatro»
(quatro apoios, dois joelhos e duas mãos no chão) e que rode as ancas.
4 -
Existem provas que a OFP resulta?
Não existem muitos
estudos sobre a eficácia da OFP. No entanto, um artigo publicado pela base de
dados Cochrane (organização independente e sem fins lucrativos que
disponibiliza informação sobre saúde) revelou que passar dez minutos por dia
com as mãos e os joelhos no chão pouco influenciava a posição do bebê. Outro
estudo revelou que, quando os bebês estão na posição occipital posterior
durante o parto, se a mãe passar pelo menos 30 minutos ‘de quatro’, ao fim de
uma hora o dobro dos bebês adoptam a posição occipital anterior. Quando Jean
Sutton foi promovida a chefe de parteiras numa maternidade da Nova Zelândia,
graças aos seus exercícios conseguiu que a taxa de partos com a ajuda de
fórceps descesse de três a quatro por mês para dois a quatro por cento ao ano.
5 -
Qual é o problema da posição costas-contra-costas?
O trabalho de parto pode
ser mais demorado e desconfortável caso o bebê esteja na posição occipital
posterior e a grávida pode ter mais dores nas costas, uma vez que a cabeça do bebê
está a fazer pressão na sua coluna vertebral. Ele vai ter de rodar 180 graus
antes de nascer e pode ser doloroso. As contrações vão ser a dobrar para
dilatar o colo e de forma a posicionar o feto. Caso o bebê não vire, pode ser
necessária a intervenção de fórceps ou ventosa para o ajudar a nascer.
6 - E
se o bebê não der a volta?
Nos casos em que o bebê
está em posição transversal ou em apresentação pélvica, os médicos optam pela
cesariana para evitar complicações para a mãe e para a criança. É uma das
poucas situações para as quais a cesariana está indicada.
7 - Se
não é habitual, por que razão o meu bebê está nesta posição?
Segundo Jean Sutton,
assistiu-se nas últimas décadas a um aumento significativo de bebês na posição
occipital posterior. Tal pode ser explicado pelo estilo de vida sedentário das
mães. Permanecer muito tempo sentada pode fazer com que o bebê se posicione
contra a sua coluna devido aos movimentos da pélvis. Ao contrário, se
permanecer ativa e de pé, tal irá aumentar as hipóteses do bebê adotar a
posição occipital anterior.
8 -
Será que a cabeça do bebê não vai ‘encaixar’ se estiver na posição posterior?
Os bebês em posição
occipital posterior têm menos probabilidade de se posicionarem corretamente
antes de começar o trabalho de parto. No entanto, de acordo com as
recomendações do Instituto (britânico) Nacional para a Saúde e Excelência
Clínica (NICE) este não é um problema. «Quando o trabalho de parto começa, a
cabeça molda-se um pouco e a pélvis cede perante as contrações uterinas. A
combinação destes fatores facilita o processo».
9 - Em
qual das etapas da gravidez o bebê começa adotar a melhor posição para nascer?
O bebê começa a mover-se
desde o início da gravidez e muda de posição à medida que vai crescendo. No
final da gestação, com o espaço reduzido ao mínimo, vai descer até à pélvis e
adapta-se à posição em que irá nascer. Isto acontece por volta das 35 semanas.
10 - O
que posso fazer para encorajá-lo a ficar na posição correta?
Adotar o hábito de ver
televisão ajoelhada no chão, não cruzar as pernas (uma vez que diminui o espaço
na parte da frente da pélvis) e manter-se ativa durante a gravidez pode ajudar
o bebê a adotar uma posição correta.
11 -
Será que há problema se dormir de costas?
Os especialistas não
aconselham as futuras mães a dormir de costas, especialmente nos últimos meses
de gravidez, devido à pressão que é colocada no útero, o que restringe o fluxo
sanguíneo.
12 - O
que posso fazer se o meu bebê já estiver na posição posterior?
Exercite as ancas quando
estiver ajoelhada duas ou três vezes por dia, cinco minutos de cada vez. Yates,
professora de Shiatsu, recomenda gatinhar porque, além de encorajar a posição
occipital anterior (OFP), é um bom exercício para os músculos abdominais e das
costas. Além de gatinhar para a frente e para trás, sugere que se espreguice
como um gato. «Pela minha experiência, se a mulher adotar a posição de quatro
desde o início da gravidez e se trabalhar estes exercícios, se o bebê estiver
na posição posterior dará a volta em 99 por cento dos casos». Yates recomenda
ainda às mães com bebês transversais para adotarem estas posições e, assegura
que na maioria dos casos o bebê muda de posição.
13 - E
se nada disso resultar?
Tente não se preocupar.
Alguns bebês estão determinados a ficar numa certa posição. No entanto,
lembre-se que a maioria dá a volta durante o parto.
14 -
Estou com 32 semanas e, neste momento, o meu bebê está pélvico. É um problema?
Cerca de 15 por cento
dos bebês são pélvicos (com os pés ou as nádegas junto ao canal de parto) às 32
semanas. A maioria irá dar a volta nas próximas quatro semanas, com apenas três
ou quatro por cento a permanecerem na posição pélvica à medida que o nascimento
se aproxima. Se o bebê não der a volta às 36 semanas, poderá ter de marcar uma
consulta de forma a discutir as várias opções do nascimento.
15 -
Quais as opções de parto mais prováveis?
Se o bebê não tiver dado
a volta às 37 semanas, o obstetra pode tentar uma técnica denominada Versão
Externa. Realizada em meio hospitalar, sob monitorização fetal contínua, um
obstetra experiente administra um relaxante muscular uterino, no sentido de
facilitar a manobra, coloca as mãos na sua barriga e empurra de forma firme
para tentar guiar o bebê a dar a volta. Não é doloroso, mas pode ser
desconfortável e resulta em 50 a 70 por cento dos casos. Se o bebê não mudar de
apresentação, pode ser sugerida uma cesariana.
16 -
Será que há algo que possa fazer para ajudar o bebê a dar a volta?
Algumas pesquisas sugerem que o ato
de levar os joelhos ao queixo pode ajudar a deslocar o peso do feto (coloque-se
com as mãos e os joelhos no chão, apoiando os antebraços no chão, de forma que
o rabo fique mais elevado).
Fonte: Site Pais&Filhos
quinta-feira, 20 de março de 2014
Banho de sol no combate às doenças.
Entenda por que o sol é tão importante para a saúde do seu filho (e sua!).
Você certamente já ouviu falar da importância de seu filho tomar sol para obter vitamina D, nutriente aclamado por seus benefícios que, ultimamente, virou febre nas academias. A fama tem fundamento. Ao que indicam diversos estudos, o papel da vitamina D vai muito além de sua função mais conhecida: promover a fixação do cálcio para a formação dos ossos. Níveis adequados da substância também assegurariam um melhor preparo para enfrentar doenças.
Pesquisadores da Universidade de Harvard (EUA) chegaram a essa constatação com base em um teste que envolveu 744 crianças em idade escolar. Depois de dosar suas taxas de vitamina D, os especialistas identificaram 250 participantes com carência da substância. Metade deles passou a receber doses diárias de suplemento, durante o inverno. O resultado foi expressivo: uma incidência duas vezes menor de infecções respiratórias, como pneumonia e bronquite. “Ainda não sabemos de que maneira a vitamina D atua na prevenção desses males. Mas a hipótese é a de que o nutriente estimularia a produção de proteínas com propriedades antimicrobianas”, especula o líder do estudo, o brasileiro Carlos Camargo. Seu colega John Cannell, fundador do Vitamin D Council, nos Estados Unidos, acrescenta: “A vitamina também induziria a fabricação de células responsáveis por regular os processos imunológicos, tornando-os mais inteligentes.” Segundo Camargo, o feto também se beneficia da ação protetora da vitamina quando a mãe se submete ao controle de seus níveis durante a gravidez. “Muitas mulheres apresentam carência da substância e nem desconfiam. Por isso, encorajo as gestantes a conversar com seus médicos sobre a necessidade de suplementação”, sugere. Apesar de alimentos como sardinha, atum e gema de ovo fornecerem pequenas quantidades de vitamina D, cerca de 90% do que necessitamos é produzido pelo próprio organismo enquanto nossa pele fica sob o sol. Por essa razão, a exposição solar diária é essencial para a saúde dos pequenos. Para garantir uma fabricação de vitamina na quantidade adequada, basta levar seu filho para passear ao ar livre, com os braços e pernas de fora, antes das 10 horas da manhã ou depois das 4 horas da tarde. Aí, é só fazer com que ele permaneça sob o sol durante 15 minutos.
Fonte: Site Cresce
Pesquisadores da Universidade de Harvard (EUA) chegaram a essa constatação com base em um teste que envolveu 744 crianças em idade escolar. Depois de dosar suas taxas de vitamina D, os especialistas identificaram 250 participantes com carência da substância. Metade deles passou a receber doses diárias de suplemento, durante o inverno. O resultado foi expressivo: uma incidência duas vezes menor de infecções respiratórias, como pneumonia e bronquite. “Ainda não sabemos de que maneira a vitamina D atua na prevenção desses males. Mas a hipótese é a de que o nutriente estimularia a produção de proteínas com propriedades antimicrobianas”, especula o líder do estudo, o brasileiro Carlos Camargo. Seu colega John Cannell, fundador do Vitamin D Council, nos Estados Unidos, acrescenta: “A vitamina também induziria a fabricação de células responsáveis por regular os processos imunológicos, tornando-os mais inteligentes.” Segundo Camargo, o feto também se beneficia da ação protetora da vitamina quando a mãe se submete ao controle de seus níveis durante a gravidez. “Muitas mulheres apresentam carência da substância e nem desconfiam. Por isso, encorajo as gestantes a conversar com seus médicos sobre a necessidade de suplementação”, sugere. Apesar de alimentos como sardinha, atum e gema de ovo fornecerem pequenas quantidades de vitamina D, cerca de 90% do que necessitamos é produzido pelo próprio organismo enquanto nossa pele fica sob o sol. Por essa razão, a exposição solar diária é essencial para a saúde dos pequenos. Para garantir uma fabricação de vitamina na quantidade adequada, basta levar seu filho para passear ao ar livre, com os braços e pernas de fora, antes das 10 horas da manhã ou depois das 4 horas da tarde. Aí, é só fazer com que ele permaneça sob o sol durante 15 minutos.
Fonte: Site Cresce
quinta-feira, 13 de março de 2014
Como limpar os brinquedos das crianças.
Como limpar os brinquedos das
crianças.
Além de deixar a brincadeira mais segura
e saudável para seu filho, a limpeza dos brinquedos aumenta sua vida útil e
garante mais horas de diversão e aprendizado.
Poeira, umidade, restos de massinha. Quanto mais a criança gosta e usa
um brinquedo, mais ele acumula sujeiras de diversos tipos. E essas impurezas
passam fácil para o organismo do seu filho. Nos primeiros anos isso acontece
quando ele leva tudo à boca e, depois, quando a mão que toca aquele ursinho de
pelúcia vai direto e sem escalas para os olhos, nariz e boca. Por isso, criar
uma rotina para a limpeza dos brinquedos é uma boa ideia. Mas tudo sem
exageros.
Você já deve ter ouvido falar da importância da tal “vitamina S”, da sujeira e dos micro-organismos nela presentes, para o desenvolvimento da resistência das crianças. E o melhor jeito de elas suprirem a necessidade dessa “vitamina” é brincando. Só que não dá para deixar tudo imundo e, quando você limpa com frequência os itens que ficam em contato com seu filho no dia a dia, dá também mais vida útil para eles. E essa tarefa é mais simples do que parece. “Quase todo material pode ser limpo com água e sabão ou álcool”, explica Wagner Heilman, diretor do Clube do Brinquedo, serviço de locação de brinquedos que funciona na capital paulista e que higieniza os itens todos usando praticamente apenas essas duas opções. Então, mãos à obra!
Você já deve ter ouvido falar da importância da tal “vitamina S”, da sujeira e dos micro-organismos nela presentes, para o desenvolvimento da resistência das crianças. E o melhor jeito de elas suprirem a necessidade dessa “vitamina” é brincando. Só que não dá para deixar tudo imundo e, quando você limpa com frequência os itens que ficam em contato com seu filho no dia a dia, dá também mais vida útil para eles. E essa tarefa é mais simples do que parece. “Quase todo material pode ser limpo com água e sabão ou álcool”, explica Wagner Heilman, diretor do Clube do Brinquedo, serviço de locação de brinquedos que funciona na capital paulista e que higieniza os itens todos usando praticamente apenas essas duas opções. Então, mãos à obra!
Kit básico
* Manual de instruções do fabricante ou
etiqueta (para
bichos de pelúcia e tecidos). Leia sempre e siga à risca. O que é dito ali já
foi testado e funciona
* Pano macio Pode ser do tipo flanela, daquele que não solta muitos fiapos
* Álcool 70% É o mais indicado para matar bactérias, mas nem sempre é fácil de achar. Procure em farmácias. Também serve em gel
* Sabão neutro Prefira as opções líquidas, que deixam menos resíduos
* Escova de dentes velha Para aqueles cantinhos difíceis
* Pano macio Pode ser do tipo flanela, daquele que não solta muitos fiapos
* Álcool 70% É o mais indicado para matar bactérias, mas nem sempre é fácil de achar. Procure em farmácias. Também serve em gel
* Sabão neutro Prefira as opções líquidas, que deixam menos resíduos
* Escova de dentes velha Para aqueles cantinhos difíceis
Modo de limpar
Eletrônicos
Nada de usar água ou álcool. A umidade pode danificar os circuitos e o funcionamento dos brinquedos. Utilize um pano seco e escova de dentes macia para os cantos. Retire sempre as pilhas e baterias quando não estiver usando. Isso evita que ocorram vazamentos e que a pilha se gaste, já que, mesmo desligado, o produto consome parte da carga. Se funcionar com eletricidade, ensine seu filho a desligá-lo e retire o conector da tomada.
Plástico, borracha e EVA
Os três seguem mais ou menos a mesma lógica: podem ser limpos com álcool ou pano umedecido e algumas peças podem tomar banho de verdade, com água, sabão e esponja. O cuidado é secar bem, de preferência ao sol. Isso evita manchas e fungos.
Madeira
É um dos materiais mais fáceis de estragar com uma limpeza incorreta. Isso porque pode absorver água e inchar ou mofar. Além disso, o álcool pode manchar ou retirar alguns tipos de pintura. Prefira a limpeza a seco ou com pano levemente úmido.
Metal
O perigo é deixar a peça úmida e ela enferrujar. Por isso, prefira panos com álcool, que evapora mais rápido.
Tecidos e pelúcias
Muitos deles podem ir na máquina de lavar, mas só faça isso se o fabricante indicar para não correr o risco de encolher ou estragar as formas do brinquedo. Lembre-se sempre de deixar secar muito bem, de preferência ao sol. Você também pode lavar a seco em lojas especializadas. Caso não seja possível lavar de nenhum jeito, bata bem o bicho para retirar a poeira.
Brinquedos com água
O cuidado é simples: secar bem para não criar fungos e mofar. Se for um brinquedo para a hora do banho, tire-o do banheiro a cada uso, pois o ambiente ali continua úmido por muito tempo.
Brinquedos com massinha
Massa de modelar é sinônimo de lambança, todo pai e mãe sabe. Mesmo para aquele micropedacinho grudado nas mil voltinhas do brinquedo, os fabricantes recomendam usar apenas as peças incluídas nos kits – como espátulas e facas de plástico, que podem ser lavadas e secas.
Brinquedos com comida
Fábricas de cupcakes, sorvetes, chocolates. Como limpar? Em geral, as peças podem ser lavadas com detergente ou na lava-louças. Isso deve ser feito após cada fornada de delícias.
Fontes: Germana Savoy, coordenadora da Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri); Lia Gonsales, Coordenadora de Mobilização da ONG Criança Segura, Marcela Ayme, gerente do atendimento ao cliente da Sunny Brinquedos; e Wagner Heilman, diretor do Clube do Brinquedo (SP)
terça-feira, 11 de março de 2014
Tô com dor de barriga!
Se você é mãe e nunca ouviu a frase do título,
pode se sentir vivendo em uma realidade paralela. Abaixo você encontrará um
guia rápido para ajudar a identificar as oito dores de barriga mais comuns nas
crianças.
Quando a
gente fala em dor de barriga parece que é só um problema de saúde simples,
daqueles que se resolvem em casa. E, na maioria dos casos, não é nada grave,
mas que as queixas lotam as salas de espera dos pediatras, lotam. Os incômodos
na região abdominal nem sempre são sintomas de doença e podem estar ligados a
emoções como ansiedade e medo. Nada que não ocorra com os adultos também, mas
para mães e pais o difícil é saber qual dor de barriga seu filho está sentindo
e como agir. É hora de correr para o médico? Remédio adianta? Espero passar? Um
dos consensos é que os medicamentos antiespasmódicos – que inibem os movimentos
gastrointestinais –, usados por nossas mães, não devem ser usados
indiscriminadamente em crianças. A reação natural do corpo não deve ser
interrompida, até para não atrapalhar o diagnóstico. Aqui, apresentamos um guia
rápido para ajudar você a identificar os motivos da dor e saber como agir.
1. CÓLICA POR GASES
Ocorre
por imaturidade do sistema digestivo nos bebês e, nas crianças, por alimentos
que provocam gases, como feijão ou brócolis.
Como é: os recém-nascidos movem as
pernas e choram. Para as maiores, pergunte se a dor muda de lugar na barriga.
O que fazer: movimentar as pernas e
massagear o abdômen do bebê ajuda, e as crianças podem andar um pouco. Remédios
antiflatulentos – com prescrição – amenizam o desconforto. Se o problema
persistir, diminua da dieta de seu filho e da sua, caso
amamente, os alimentos que provocam gases.
2. FARRA GASTRONÔMICA OU COMIDA
ESTRAGADA
Salgadinhos,
doces, frituras. O organismo de qualquer um reclama quando se exagera nas
guloseimas. Mas o problema também pode ser a ingestão de algum alimento
estragado.
Como é: aqui o
que vale é fazer uma investigação do que a criança comeu nas últimas horas e
dias. Em pouco tempo, o quadro costuma evoluir para vômitos e diarreia.
O que fazer: esperar passar é o melhor
remédio. O corpo precisa expelir o que não está fazendo bem. Dê bastante água e
alimentos leves, como batata cozida.
3 . VERMINOSES
Pouco
comuns nas grandes cidades, é causada por vermes encontrados na terra e na
água, a mais frequente é a giardíase.
Como é: costuma ser na parte alta do
abdômen e é constante.
O que fazer: exame de fezes para confirmar
a infecção e o tipo de verme e tratar com vermífugo prescrito pelo pediatra.
4. VIROSES E INFECÇÕES
O famoso
rotavírus e seus primos vírus e bactérias, que podem estar no ar, em locais
contaminados ou em alimentos, são os responsáveis por essa dor.
Como é: quase sempre vem acompanhada
de febre. Também se junta ao vômito, diarreia e cansaço.
O que fazer: dar muita água é o primeiro
passo, e veja como o problema evolui. Se a criança estiver bem disposta,
brincando, é possível seguir em casa e esperar. O mal-estar dura, em média,
três dias. Se ela estiver muito abatida, procure um médico.
5. DOR MUSCULAR
Gripe,
muita tosse, muitos espirros, bronquite e até mesmo muita risada podem dar dor
nos músculos.
Como é: seu filho provavelmente não
vai saber explicar, mas pergunte a ele se a dor é parecida a que ele tem quando
passa mal de comer muito ou com o que sente quando brinca demais e fica cansado.
É o segundo caso.
O que fazer: esperar passar é o melhor, mas
se incomodar muito, um analgésico ajuda.
6 . INTESTINO PRESO
É a dor mais comum, relacionado com
uma dieta pobre em verduras, frutas e cereais.
Como é: a criança vai menos ao
banheiro, reclama de dor ou incômodo ao fazer cocô e fica com a barriga
inchada.
O que fazer: uma reforma na geladeira, na
mesa e na lancheira. Alimentos como mamão, ameixas pretas e muita água ajudam.
7. ANSIEDADE OU MEDO
O nervoso
antes de ir para uma escola nova ou na véspera da festa de aniversário às vezes
aparece de maneira física.
Como é: o que causa a dor, na maioria
das vezes, é um mecanismo do organismo que prende o intestino. E você precisa
avaliar se seu filho está passando por uma situação estressante.
O que fazer: distraia a criança para que
ela não dê muita importância para a dor. Entenda o que pode
ter causado e procure confortá-la com relação àquela situação.
8. APENDICITE
Rara em
menores de 5 anos, a inflamação do apêndice não tem como ser prevenida.
Como é: ao contrário de todas as
outras dores, essa ocorre de repente e sem causa aparente. A dor é perto do
umbigo e pode estar acompanhada de febre baixa e náusea.
O que fazer: ir rapidamente ao
pronto-socorro, pois a evolução de uma apendicite não tratada pode ser fatal.
Fontes: Mario Vieira, pediatra
especializado em gastroenterologia do Hospital Pequeno Príncipe (PR), Pedro
Cesar Souza Paiva, pediatra e neonatologista da Casa de Saúde São José e
Clínica Médica Barra Shopping (RJ), Sergio Eiji Furuta, pediatra e pesquisador
da UNIFESP (SP).
sexta-feira, 7 de março de 2014
10 erros que os pais cometem ao colocar os filhos para dormir.
Na hora do desespero, mães e pais
topam qualquer estratégia para os filhos pegarem no sono. Nem todas são
recomendáveis.
Como todos os comportamentos do ser
humano, o sono precisa ser ensinado ou condicionado. Criar certos hábitos pode
acostumar mal a criança ou aumentar sua dependência dos pais. Listamos os
principais erros que os casais cometem quando o assunto é hora de dormir:
- Não ter rotina
Criança gosta e precisa de repetição para se sentir segura. O ideal é que a
hora de ir para a cama seja precedida pelas mesmas ações, todos os dias.
- Atividades agitadas
O ideal é que essa rotina não inclua atividades que
vão deixar o pequeno ainda mais desperto, como brincadeiras que envolvem movimentação
física e programas de televisão que deixam a criança agitada ou com medo. Entre
as atividades relaxantes, estão tomar banho e ler um livro.
- Colo
Um dos erros mais comuns é ninar o filho e deixá-lo adormecer no colo dos
pais. As crianças devem dormir diretamente onde vão acordar, porque ao
despertarem na madrugada, há grande chance de estranharem o berço e chamarem a
pessoa que as fez dormir. O mais indicado é dar um beijo de boa-noite e levar a
criança ainda acordada para o berço. Os pais deixam o quarto e, se ouvirem
choro, voltam alguns minutos depois para que ela percebe que ninguém a
abandonou. Aos poucos, o bebê se acalma e aprende a dormir sozinho.
- Ninar pela casa
Nada de perambular com a criança pela
casa no carrinho de bebê, colocar o bebê-conforto sobre a máquina de lavar ou
passear de carro com o pretexto de fazer a criança dormir. Ela não precisa ser
chacoalhada para pegar no sono. A dica é dar uma fraldinha ao seu filho, que
ele se auto ninará.
- Levar para dormir na cama dos pais
Se
a criança acorda assustada ou chama pelos pais de madrugada, os adultos
precisam dar atenção. Mas, no quarto dela. Isso porque ceder aos pedidos em um
dia transmitirá a mensagem de que a criança pode insistir sempre. Se seu filho
for direto para sua cama, você até pode deixá-lo ficar um pouquinho, mas leve-o
de volta para o quarto dele quantas vezes forem necessárias. Compartilhar a
cama com frequência atrapalha o sono da família, não incentiva a independência
da criança e prejudica a intimidade do casal.
- Luz acesa
É comum crianças terem medo do escuro, mas deixar a luz acesa altera a
produção do hormônio melatonina, que induz o sono. Se seu filho estiver com
medo, converse sobre os motivos da insegurança, explicando que não há razão
para temer. Para acalmá-lo, deixe uma tomada de luz baixa, que ilumina o
caminho, caso ele acorde de madrugada. Luz de cor azul tem efeito calmante.
Para as crianças que não se importam, o melhor é apagar todas as luzes.
- Deixar a TV ligada
Além de o som e a luz prejudicarem a qualidade do
sono, ele precisa aprender a pegar no sono sozinho.
- Dar comida de madrugada
Os médicos dizem que a alimentação durante a noite é
uma das coisas que mais atrapalham o sono. Se a criança tem fome, os pais devem
verificar se a alimentação no restante do dia ou na última mamada da noite está
sendo suficiente.
- Irritação
Nada de inventar situações
negativas em relação ao sono, como bicho-papão. Ficar bravo ou irritado na hora
de colocar os filhos para dormir também é ruim, pois eles começarão a associar
esse momento a algo negativo.
- Evitar as sonecas diurnas para melhorar o sono da noite
As sonecas diurnas são necessárias até um período da
vida da criança. Normalmente, esse sono se divide em duas etapas: de manhã e
depois do almoço. À medida que seu filho cresce, a necessidade de dormir
enquanto o sol está no céu diminui.
Fonte: Site Crescer
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