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sexta-feira, 11 de março de 2011

Brincar de Aprender.

Não podemos falar de crianças sem lembrar de brinquedos...
Bebês de colo ou que já engatinham, crianças pequenas ou mais velhas, todas precisam do aconchego e da segurança de um amigo.

Os bonequinhos de apertar são os preferidos pelos bebês. Quando descobrem que reagem ao seu aperto assobiando, o bebê fica fascinado pelo estímulo sonoro. É um brinquedo clássico por sua versatilidade; companheiro dentro da banheira, vai para a praia, flutua na piscina e nunca o machuca. De borracha supermacia, serve até de mordedor.
 
Sons, cores e muito ritmo. Brinquedos com chocalho, texturas e cores são fundamentais para desenvolver o tato das crianças além de descobrirem o ritmo e movimentos de rotação

Amigo iluminado. Companheiro dos sonhos, os brinquedos que iluminam, de tomada ou à pilha, trazem à criança a sensação de proteção e aconchego.

Grande como eu. Para as crianças maiores, os bonecos “gigantes” atuam no universo infantil como elemento de identificação. Meninos e meninas valorizam ainda mais bonecos de vestir, o que os faz sentir mais importantes do que os bebês pelo fato de já tomarem conta de “alguém”.

Enfim, sempre a melhor opção é aquela que além de chamar a atenção da criança, entretendo, estimulando a criatividade e imaginação, atuam como elementos que despertam a educação e desenvolvimento dos pequeninos.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Educação mal vestida.

Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega e, de forma ríspida, pergunta:
- Vocês sabem onde está o médico do hospital?
Com tranqüilidade o médico respondeu:
- Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil?!
Ríspida, redargüiu:
- Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico?
Mantendo-se calmo, contestou:
- Boa tarde, senhora! O médico sou eu, em que posso ajudá-la?!
- Como?! O senhor?! Com essa roupa?!...
- Ah! Senhora! Desculpe-me! pensei que a senhora estivesse procurando um médico e não uma vestimenta...
- Oh! Desculpe, doutor! Boa tarde! É que... vestido assim, o senhor nem parece um médico...
- Veja bem as coisas como são - disse o médico - as vestes parecem não dizer muitas coisas, pois quando a vi chegar, tão bem vestida, pensei
que a senhora fosse sorrir educadamente para todos e depois daria um "boa tarde!"
Como se vê, as roupas nem sempre dizem muito...
"Um dos mais belos trajes da alma é a educação."
Jacob Melo

terça-feira, 1 de março de 2011

ILUMINAmos a Sapucaia.

Para ver as fotos do evento: Clique aqui!

A Sapucaia ficou realmente Iluminada com a folia de seus participantes nesse último sábado (26/02/2011). Agradecemos aos apoiadores, pais e alunos da Aquarela que compuseram o bloco com mais de 140 integrantes.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Parceria Aquarela & Safe Clean

Sempre preocupada em oferecer produtos e serviços de qualidades a seus clientes, a Aquarela busca parcerias diferenciadas no mercado Piracicabano. Além da The House - Inglês por Mnemotecnia, destacamos também a Safe Clean - Limpeza e Impermeabilização, empresa especializada no segmento, com mais de 60 franquias consolidadas em território nacional em apenas 5 anos. Exclusiva na tecnologia de limpeza de colchões, e destaque em tapetes, carpetes e estofados, além de couros, oferece nesse Carnaval (até 15/03/2011) desconto de 10% aos pais da Aquarela. Agende um orçamento sem compromisso.

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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Feliz aula nova.

Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br em 18/02/2011.
Por Içami Tiba.
Precedendo uma palestra minha, havia um conjunto formado por quatro músicos e um cantor entretendo os professores que aguardavam o início da atividade. Os músicos e a platéia eram tipos muito parecidos. Gostei do conjunto e até acompanhei com os pés o seu animado ritmo.

Dentro do horário, o conjunto terminou a sua apresentação e recebeu calorosos aplausos e assobios. Eu, que já estava na sala, também aplaudi. Foi então que o mestre de cerimônias agradeceu ao conjunto e elogiou o talento dos professores. Os músicos eram professores. Não havia nada que os identificasse como tais. Eu aplaudi os músicos, e quando soube serem professores fiquei bastante surpreso. Não eram profissionais contratados como supus.

Professores de ofício, músicos de oportunidade, não iriam perder aquela ocasião para se apresentar perante todos os seus pares e participantes de todos os níveis da Secretaria de Educação. Prepararam as suas melhores músicas e tiveram grande aceitação da platéia, que cantava com eles. Cada um no seu instrumento, ninguém atravessava a música, não destoava e tão pouco se autovalorizava em detrimento dos outros. Eles foram músicos de Alta Performance.

O tema da minha palestra foi “Educador de Alta Performance”, para motivar os professores nas suas funções escolares, principalmente dentro das salas de aula.

Motivação é uma energia que o próprio professor tem de criar dentro de si. O que ele pode receber é estimulação alheia. Quem confundisse uma com a outra, viveria sem rumo, como um barco a vela que iria para onde os ventos o levassem. O singrar as águas ao sabor dos ventos não leva o barco ao seu destino. Quando a motivação e os estímulos estão na mesma direção diz-se que o mundo conspira a favor. Quanto têm direções diferentes e, principalmente, opostas, que nadamos contra a corrente.

Num barco horrível como está a educação no Brasil, com os alunos formando uma imensa corrente contrária ao aprendizado, é preciso muita motivação para o professor ensinar. Os docentes mais capacitados podem estar nos centros mais avançados. São nas adversidades que se revelam os mais motivados.

Cada início de ano letivo, cada mês, cada semana, cada dia, cada aula é uma oportunidade que o professor tem para estimular o aluno e o aluno para abrir as portas que o aprisionam na ignorância.
Um dos poderes negligenciados pelo professor é o de que ele é um dos mais importantes integrantes na formação do papel de aluno. Um bom professor desenvolve bons alunos. Um mau, desencaminha os bons e lesa os mais fracos, faz do desanimado um excluído.

Se cada professor se preparasse para dar a sua aula como os músicos que me precederam na palestra o fizeram, a receptividade dos alunos seria muito diferente daquela a que ele está acostumado. Talvez os alunos no início sejam espelhos do entusiasmo do professor para, mais tarde, tomarem um caminho próprio, o da indiferença, da perda da esperança em aprender traduzida como falta de vontade de estudar.

O professor, além do conteúdo da aula, passa o entusiasmo através da sua Performance . Se o conteúdo nutre a competência, a Performance anima a alma, eleva a autoestima de cada aluno e o transforma em animador.

A motivação do professor deve permanecer além da aula, pelo curso, para a vida. Enquanto houver algo a ser ensinado ou alguém tiver algo a aprender não serão os estímulos contra a corrente que a extinguirão. A Performance tem que ser proporcional aos desafios. Cada início é a grande oportunidade de animar o aluno a estudar e também de fortalecer a motivação de que o futuro dos seus alunos está agora em suas mãos.
Fonte: Uol - Educação

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Eles não acham a menor graça.

A gargalhada que o bebê dá quando lhe fazem cócegas pode ser encarada como uma brincadeira pelo adulto, mas para a criança não tem muita graça. “Essa risada nada mais é do que um reflexo”, diz a psicóloga Martha Pelaez Nogueras, da Universidade Internacional da Flórida. Ela e sua equipe constataram que, depois de 1 ou 2 minutos, as crianças passam a ficar irritadas e superexcitadas com as cócegas. O mesmo acontece ao jogar os bebês para cima (ao ar). A reação pode ser um sorriso ou uma gargalhada, mas na verdade o sentimento é de medo. Já a massagem, tem efeito terapêutico, segundo dados do Instituto de Pesquisa do Toque, da Universidade de Miami. Faz com que os recém-nascidos fiquem mais espertos, durmam melhor e ganhem pedo mais rapidamente.