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quarta-feira, 6 de junho de 2012

Erupção Dentária- Nascendo os dentinhos


O nascimento dos primeiros dentes de leite ocorrem quando a criança tem mais ou menos 6 meses de idade. Mas os pais não devem ficar aflitos, caso os dentes do seu filho demorem a aparecer. A idade limite aceitável para a erupção do primeiro dente de leite é de um ano e meio. Se a erupção não se der até essa idade, é necessário consultar um odontopediatra para avaliação e realização de exames complementares que possam ajudar no diagnóstico de possíveis alterações. Não devemos esquecer que a erupção dentária é um processo biológico, portanto, a época de início da formação, calcificação, erupção e troca dos dentes está sujeita às variações individuais.
O primeiro sinal de erupção dentária surge quando a gengiva se apresenta abaulada, com leve inchaço, evidenciando as coroas dentárias, quando estas estiverem próximas de irromperem na cavidade bucal. Quando os dentes estão para nascer é normal o bebê babar muito (pela salivação aumentada), ficar irrequieto e irritado, demonstrando desconforto. Nessa fase é muito comum que o bebê sempre leve à boca a mãozinha, ou qualquer objeto, na tentativa de aliviar o misto de dor e coceira.
Isto poderá ser aliviado, dando ao bebê um mordedor de borracha ou massageador de gengiva. Os mordedores devem ser de material atóxico, de diferentes tipos e formas e, se possível, colocados na geladeira antes de serem usados pelo bebê. Dessa forma, o mordedor proporcionará uma isquemia gengival, que é a diminuição de circulação sanguínea local, aliviando o desconforto. Em casos de desconforto mais intenso, pode-se administrar analgésicos. Recomenda-se que os pais conversem com o odontopediatra sobre isso.
Outros sintomas leves podem estar associados à erupção dental. São sintomas como inchaço local, dor, desconforto, estado febril, sono agitado, falta de apetite e irritação. Diarréias leves podem aparecer neste período, podendo estar associadas à contaminação dos dedos e objetos levados à boca. A erupção dentária é um processo fisiológico natural; portanto, os sintomas acimas citados não são intensos. Aparecem pouco tempo antes dos dentes irromperem na boca, são rápidos e logo desaparecem. 
É importante frisar que Febres superiores a 38ºC não estão relacionadas a erupção dentária. 
Quando os sintomas estão exarcebados, os pais devem procurar o médico pediatra. Os distúrbios que possam aparecer coincidentemente nesse período, devido à febre originada de alguma infecção, gripe ou resfriado que estão por vir, não devem ser confundidos com sintomas de erupção dentária, caso contrário, o quadro pode se agravar, complicando o tratamento e aumentando o sofrimento da criança. 
Com o nascimento dos primeiros dentes uma rotina de higienização já deve ser adotada. Escovações regulares, com escova e pasta dental apropriadas para a idade, assim como uma restrição à ingestão de alimentos que contenham açúcar são decisivos para uma boa saúde bucal.  Estes cuidados na fase da dentição decídua são muito importantes porque crianças que apresentam cáries nessa fase têm mais chances de desenvolver novas lesões de cárie na dentição permanente. Portanto o cuidado com a dentição precoce do bebê pode ser sinônimo de um sorriso saudável no futuro.

Fonte:
Drª Isabela Gil Amaral
Cirurgiã-Dentista
Especialista em Odontopediatria
Especialista em Ortopedia Funcional dos Maxilares

terça-feira, 5 de junho de 2012

Como estimular o seu filho a cuidar do meio ambiente.

Confira as dicas que a CRESCER preparou de acordo com a faixa etária da criança.
Quer estimular as crianças a cuidar do meio ambiente, mas não sabe por onde começar? Para ajudar você nesta tarefa, separamos algumas dicas de acordo com a faixa etária do seu filho. Confira.

Crianças de 1 a 3 anos
Nessa idade, você deve despertar a afetividade de seus filhos pelo meio ambiente e a natureza, além de propor atividades que prezem pela coordenação motora e que estimulem a curiosidade. 

-Ao contar histórias, transforme os animais considerados "vilões" (como o lobo mau) em personagens bons e que podem precisar da ajuda das crianças porque estão ameaçados (como no caso do lobo-guará, por exemplo). 

-Crie oportunidades para as crianças tocarem, cheirarem e sentirem árvores, sementes, flores, folhas, grãos de areia e de terra. Explique que tudo faz parte da "mãe natureza".

-Outra boa ideia é apresentar diferentes animais e plantas que seus filhos veem apenas nos livros da escola. Para isso, vale ir a zoológicos, bosques, fazendas e sítios. 

-Envolva a criançada em atividades de plantio e ajude-os a compreender como é importante cuidar bem da muda (uma pequena horta, uma árvore ou uma flor) para que a planta cresça e se desenvolva. 

-Assim como aprendem a guardar os brinquedos, seus filhos podem começar a separar os diferentes tipos de lixo, como o seco do úmido e aquelas sucatas que podem ser usadas para brincadeiras lúdicas (amontoar, encaixar, colorir). Assim, fica mais fácil explicar que aquele lixo terá uma nova utilidade e não será descartado na natureza. 

-Já é hora de explicar às crianças que elas devem fechar a torneira quando não estiverem escovando os dentes e que a luz deve ser desligada sempre que saírem do quarto ou do banheiro. 

-Outra dica: estimule seu filho a sempre usar os dois lados de uma folha quando estiver desenhando.

Fontes: Instituto Supereco; Casinha na Árvore; Floresta Park Adventure e Turismo Ambiental.

Cuidados com o uso de mamadeira, chupeta e copinho.


Uma nova pesquisa norte-americana mostrou que a cada ano 2.270 crianças se machucam com esses objetos.
É hora de tomar mamadeira, mas seu filho não quer parar quieto e resolve sair andando, ou pior, correndo com ela na boca. Essa é uma das principais causas de acidentes com esse objeto, segundo um estudo inédito feito em mais de 100 hospitais nos Estados Unidos. Entre 1991 e 2010, mais de 45.398 crianças de até 3 anos deram entrada em prontos-socorros com machucados causados por mamadeiras, chupetas e copinhos de transição. Foram 2.270 acidentes por ano, um a cada quatro horas, e a maioria deles aconteceu enquanto as crianças estavam andando ou correndo. “Como elas estão aprendendo a andar, o risco de desequilíbrio e queda é muito maior”, explica a pediatra Alessandra Miramontes, coordenadora médica do Hospital Infantil Sabará (SP).

Segundo a pesquisa, as mamadeiras são as campeãs de acidentes, causando 66% deles. As chupetas são responsáveis por 20% e os copinhos, 14%. Muitos dos machucados foram na boca, e também na cabeça, no rosto e no pescoço. As crianças de 1 ano eram as mais afetadas.
Para os especialistas, esse é um outro alerta, porque entre 1 e 2 anos a criança deve começar a transição da mamadeira para o copinho. A chupeta deve ser usada só para dormir e a retirada já deve acontecer por volta dos 2 anos. Esses hábitos, quando prolongados, podem contribuir para o risco de acidentes.

Então, se o seu filho tem o costume de brincar tomando a mamadeira, converse com ele e explique por que só deve tomar líquidos parado ou sentado, e que a chupeta deve ser usada apenas para dormir, ou seja, quando estiver deitado. Outra medida importante é a supervisão dos adultos. "A maioria dos acidentes acontece quando os pais estão distraídos", diz Alessandra.

Fonte: Revista Crescer

sexta-feira, 1 de junho de 2012

O verdadeiro valor da colaboração.


Após uma rápida pesquisa na internet, em sites de compras, descobri que uma cadeira de rodas, do modelo mais simples, custa em média R$250,00. Não sei quanto custa 80Kg de alumínio, ou 120 garrafas pet cheias de lacres de latinhas, mas isso tudo me fez descobrir o verdadeiro valor da colaboração. 
Há poucos dias, a Escola Aquarela, abraçou uma campanha para arrecadação de lacres de latinhas de alumínio, para a troca por cadeiras de rodas. A cada 120 garrafas pet cheias de lacres, ou 80Kg de alumínio, troca-se por uma. Muitos podem pensar: não é mais fácil pagar ou arrecadar os R$250,00 e pronto? Os pais da Aquarela sem dúvida sabem a resposta!!! O aprendizado por traz da ação, não tem preço. Em um mundo cheio de agressões ao meio ambiente e que cada vez mais precisa e valoriza a reciclagem de materiais, é indispensável educar nossos filhos para um futuro melhor, incluindo a beneficência.
Em um único dia, sem muita divulgação, ainda não abrangendo o número ideal de adeptos, os pais e alunos da Escola Aquarela, já encheram uma garrafa pet. Por isso, sem dúvida alguma, como ainda contaremos com a contribuição das funcionárias, familiares, amigos e conhecidos, certamente podermos conseguiremos obter muitas cadeiras de rodas.
Aproveito ainda, para relatar minha enorme felicidade e satisfação quando meu filho, na sexta-feira ao voltar do Anglo me entregou 21 lacres que havia conseguido com os amiguinhos. Isso por si só já me deixou satisfeito com a abrangência e novamente com o verdadeiro valor da colaboração.

Contamos com a colaboração de todos.
Atenciosamente
Gilson Barrichello Junior

31 de Maio - Dia Mundial Sem Tabaco.


Ontem, 31 de Maio, foi o Dia Mundial Sem Tabaco...
Se você fuma....pense a respeito:

Fumo passivo traz problemas respiratórios duradouros para crianças.

Nova pesquisa mostra que a exposição ao cigarro logo cedo está ligada a sintomas como chiado, tosse e tosse crônica.

Fumar perto do seu filho pode desencadear problemas de saúde que vão acompanhá-lo durante toda a vida. Foi o que mostrou uma nova pesquisa da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, depois de analisar dados de 371 pessoas que participaram de um grande estudo desde a infância. Os estudiosos descobriram que 52% das pessoas foram expostas ao fumo passivo quando eram crianças e que isso estava diretamente ligado a sérios problemas respiratórios, como chiado persistente, tosse e tosse crônica. 

O aparecimento desses sintomas, segundo os pesquisadores, também aumenta os riscos doenças respiratórias crônicas e deficiências pulmonares aparecerem anos mais tarde. “Isso acontece porque a criança é exposta muito cedo a mais de 4.700 substâncias tóxicas, que podem causar infecções pulmonares, como pneumonia e asma, e nas vias aéreas superiores, como sinusite e rinite”, afirma Andréa Sette, pneumologista do Hospital São Luiz (SP). E o fumo passivo é tão grave quando o próprio fumo: a criança inala as toxinas da mesma maneira, mesmo durante a gravidez. "A nicotina atravessa a placenta muito facilmente e esse contato aumenta as chances de parto prematuro, aborto espontâneo e baixo peso ao nascer", completa a especialista.

Se você ou alguém na sua casa fuma, não deixe as crianças (e as grávidas) no mesmo ambiente enquanto o cigarro estiver aceso. Mesmo assim, o fumante fica com o cheiro do tabaco na roupa e no corpo e isso pode piorar uma doença respiratória já existente. Caso seu filho já tenha asma ou bronquite, por exemplo, ele não pode ficar em contato com essas substâncias de maneira alguma.

Fonte: Revista Crescer

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Quando é hora de levar o filho ao pronto-socorro?


Veja em que situações o melhor é procurar atendimento rápido.
Quantas vezes você não chegou no pronto-socorro com seu filho e, no meio de tantas crianças abatidas e com febre, encontrou outras que corriam pela sala de espera inteira e até gargalhavam?

De fato, não são todas que precisavam estar lá, mas a ansiedade dos pais e até a dificuldade de falar com o pediatra são motivos que os levam a correr com os filhos para o hospital mais próximo, como explica Cid Pinheiro, pediatra do Hospital São Luiz (SP). Outra questão é a rapidez com que circulam as informações. “Um caso de meningite em uma cidade vira em poucos minutos notícia na internet. Isso pode gerar preocupação em locais em que nem há grandes riscos da doença”, diz. A consequência disso são prontos-socorros lotados e uma espera enorme para a consulta.

Por outro lado, não se pode generalizar: há situações, como intoxicação e dificuldade respiratória, em que você tem, sim, que correr com a criança para o hospital – mesmo se ela parecer estar “boazinha”. Para ajudar você a saber o que é urgência ou não, selecionamos algumas situações em que o melhor é levar seu filho ao pronto-socorro. Confira: 

Diarreia
O maior problema da diarreia é a desidratação. Lábios e língua secos, falta de elasticidade da pele, diminuição da urina e olhos fundos são sinais clássicos do problema, que exige atendimento imediato. Esses sintomas podem aparecer após algumas horas ou depois de alguns dias. 

Alergia
Manchas pelo corpo e coceira precisam ser tratados, mas podem esperar uma consulta com o pediatra ou o dermatologista. A situação é grave quando existe algum sintoma respiratório. Tosse rouca, dificuldade para respirar ou chiado estão entre eles. Também é preciso ficar atento com os sinais de choque anafilático, como inchaço nos lábios e garganta. 

Ferimentos/quedas
Se a criança tiver um sangramento intenso e difícil de estancar, é motivo para correr para o PS. O mesmo vale para traumas sérios, como a queda de um brinquedo alto, ainda que não exista sinais de fratura. Se o seu filho bater a cabeça, observe seu comportamento nas próximas 18 horas. No entanto, se ele desmaiar, vomitar uma ou mais vezes, mostrar desorientação, continuar irritado após 15 minutos da queda, ficar mole e sem pique, não pense duas vezes e vá ao hospital. 

Febre 
A febre por si só não deve preocupar. Por um período de 12 horas, você pode controlá-la em casa. Lembre-se de que o antitérmico leva até 50 minutos para fazer efeito. Se não estiver conseguindo baixar a temperatura do seu filho com o remédio – ou ela apresentar picos acima de 39,5oC – vá ao pronto-socorro. A mesma recomendação serve para casos em que a febre está associada a outros sintomas, como vômito, diarreia, dor de cabeça, choro exagerado, alteração de comportamento e sonolência excessiva. 

Intoxicação
Remédios e produtos de limpeza (principalmente aqueles que são guardados em garrafas de refrigerantes) são os campeões da intoxicação infantil. Nesse caso, não há dúvida: vá para o hospital. Não induza o vômito porque algumas substâncias (como a soda cáustica), quando expelidas de maneira inadequada, agravam a lesão. Antes de sair de casa, pegue o rótulo da substância, tente verificar a quantidade ingerida e marque o horário. Se for uma planta, procure saber o nome dela. Qualquer informação que você tiver será importante na hora de o seu filho ser avaliado.

Dificuldade respiratória
Cansaço respiratório, laringite e rouquidão são outros sinais de alerta e podem ser indícios de um caso mais grave, como início de pneumonia. Pequenos objetos também podem causar problemas respiratórios. Se a criança aspirar ou engolir um brinquedinho, por exemplo, vá imediatamente ao PS. 

Convulsão
Se a criança sofrer convulsão, os pais têm de procurar auxílio médico imediatamente, porque apenas um profissional saberá precisar o que pode acontecer, quanto tempo a crise vai durar e se é complexa ou não. Você deve observar por quanto tempo a criança se debateu, se enrolou a língua, quais movimentos fez, se os músculos enrijeceram ou não.