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quarta-feira, 19 de setembro de 2012
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Educar, não é apenas papel da escola.
Educar, para a escritora Lya Luft, não é apenas papel da escola.
É importante também a presença dos pais. Sem oprimir, sem aterrorizar, os pais têm que tirar, pelo menos cinco minutos do seu dia para falar com o filho sobre
a aula, como estão as avaliações do professor, sobre o que ele mais gosta, quais dificuldades tem na escola, etc.
MESMO QUE O PAI TRABALHE O DIA INTEIRO, ELE TEM QUE TIRAR CINCO MINUTOS PARA CONVERSAR COM O FILHO SOBRE SEU DIA NA ESCOLA!
Isso independe do nível cultural dos pais.
Há muitas pessoas analfabetas que cuidam mais dos filhos que certos pais formados, brilhantes e ocupados. As pessoas de menos estudo se interessam pelo estudo dos filhos, até porque sabe que este é o único caminho!
Educação tem a ver com honra, integridade, e não com dinheiro. Uma família simples, que tem uma estrutura mínima, acompanha o desempenho do filho e quer que ele cresça na escola, termine o seu curso, tenha outras oportunidades.
Esses pais são os que vão para a escola, falam com o professor e estão realmente interessados no futuro dos filhos!
Adaptado do Jornal MEC – Agosto 2001
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
5 dicas para lidar com os palavrões na escola.
Seu filho vai aprender novas palavras na escola e, entre elas, um palavrão ou outro ou uma frase um tanto agressiva aparecem também. O que fazer?
- Em primeiro lugar, tome cuidado na hora de repreendê-lo. O objetivo é educar e não fazer a criança sentir vergonha ou culpa.
- Se palavrões forem rotina em casa, talvez seja melhor mudar os hábitos.
- Explique em quais situações são usadas essas palavras, que são ofensivas e que as pessoas não gostam de ouvir.
- Tenha paciência. Se a família não tem o costume de falar palavrão em casa, essa fase passa.
- Se você deixar isso tomar grandes proporções, a criança vai entender que consegue o testar e aí poderá repetir as palavras várias vezes, mesmo sem saber o real significado delas.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Projeto Cidadania que Cresce 2012 (Proposta de Patrocínio)
Pedimos que os interessados entrem em contato o mais rápido possível, visto que daremos preferência aos patrocinadores do ano passado, e a quantidade de cotas é limitada.
Agradecemos antecipadamente.
(19) 3434-0328
CLIQUE NA IMAGEM PARA MELHOR VISUALIZAÇÃO
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terça-feira, 7 de agosto de 2012
Os pais são diferentes das mães. E isso é bom! Veja o porquê.
Pesquisa mostra que o jeito mais prático e firme dos homens traz benefícios à criança.
No supermercado com os pais, João, 6 anos, quer porque quer a maior barra de chocolate da gôndola. “Não, filho, chega de doces. Você já encheu o carrinho de balas e biscoitos”. Mas o menino, nada satisfeito, insiste, começa a chorar e grita. A mãe, já sem tanta paciência, repete o não em um tom mais alto e, logo depois, tenta explicar a ele que não pode comer tanto doce de uma vez só. Enquanto isso o pai, do outro lado do corredor em busca das torradas, diz calmo, em um tom acima do normal: “João, obedeça à sua mãe”. Após alguns instantes, ele sugere ao garoto: “Cara, me disseram que hoje você fez um gol no futebol? Conta como foi!”.
Essa é uma cena fictícia, mas você poderia presenciá-la a qualquer instante no supermercado ou em outro lugar público mais perto da sua casa, não? Pais e mães enfrentam birras, manhas e outras situações complicadas com os filhos. E, nem sempre, têm a mesma postura – enquanto elas se comovem mais com o choro, se exaltam com mais facilidade, se sentem culpadas e preferem falar, eles são mais práticos e assertivos, ou seja, são mais pacíficos sem ser passivos. Isso não quer dizer que um seja melhor do que o outro. São apenas jeitos diferentes - e complementares - de educar.
Segundo uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, o estilo diferente dos pais lidarem com os filhos tem um valor particular. A maneira que eles costumam interagir com as crianças traz benefícios a longo prazo para elas, como melhorias cognitivas, menos problemas de comportamento na idade escolar e problemas psicológicos em mulheres jovens.
Os homens tendem a desafiar as crianças usando caretas ou fingindo chorar quando elas fazem birra, além de estarem sempre prontos para aprontar com elas em brincadeiras barulhentas e de contato físico. Até a maneira como seguram seus bebês pode ser diferente das mães – enquanto ela aconchega a criança nos braços perto do peito, eles parecem segurar uma bola de futebol, dizem os pesquisadores.
Para Ricardo Monezi, psicólogo e pesquisador do setor de medicina comportamental da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a diferença entre os dois é explicada pelo fato do homem “ter estruturas cerebrais e mapas de comportamento que levam a uma maior praticidade, principalmente em relação aos filhos”.
Devido ao hormônio ocitocina, que regula o vínculo da mulher com o filho, a mãe é mais sensível e tende a expressar seus sentimentos de maneira mais intensa e mais doce. Já o pai tende a ser mais determinado e prático, afirma Monezi. “Ele geralmente é mais firme e difícil de ceder em algumas situações, e mais resiliente", diz.
Claro que essa não é uma regra e que há casos de pais mais emotivos, “dobrados” muito facilmente pelos filhos do que as mães. Para a psicóloga do Hospital Israelita Albert Einstein, Melina Blanco Amarins, essa diferença pode ser cultural ou até consequência da educação que os pais tiveram. “A gente pode ver com frequência a inversão de papéis, uma mãe mais enérgica e um pai mais emotivo, nada é a ferro e fogo”, diz. Mas, se observarmos em volta, podemos ver um número muito maior de homens falando mais firme com os filhos (não estamos falando de pais repressores, OK?).
Com todas as diferenças, o mais importante, segundo Melina, é que o casal entre emconsenso na educação do filho, sem ser rígido ou permissivo demais, mas que saiba estipular as regras juntos. A criança precisa ter uma linha a seguir para se sentir segura e saber por onde vai. “Ela sabe reconhecer os limites estabelecidos só pelo olhar, assim como reconhece quem é acolhedor e quem não é”, afirma.
Fonte: Site Crescer
sábado, 28 de julho de 2012
9 dicas para fotografar o seu filho.
Alguns detalhes fazem toda a diferença na hora de fazer fotos lindas das crianças
Fotografar não é difícil. Não existem regras, mas algumas dicas podem ajudar você a acertar o melhor ângulo e aproveitar os recursos que as câmeras digitais oferecem. Aproveite!
O que não pode é ter (todas) as fotos com a criança lá embaixo, miúdas, distorcidas em um ângulo estranho, que faz a criança ficar “cabeçuda”! Você pode, sim, brincar com as distorções, mas deve saber o que está fazendo.
Pelo menos, não faça isso em todas as fotos. Isso é muito comum. Você coloca o rosto do seu filho no centro do retângulo, deixa um “teto” enorme e... dispara a câmera. Tá certo que, às vezes, não dá tempo de pensar sobre isso, mas não custa tentar.
Assim você consegue tirar fotos com luz natural, muito mais bonitas. O ISO determina a quantidade de luz necessária para cada efeito. Lembre-se que, quanto menor o ISO, mais luz precisa ter no ambiente e vice-versa. Por exemplo, o ISO 100 é para dias bem ensolarados, já o ISO 400, para ambientes com menos luz.
Não coloque a criança com o sol no fundo porque ela vai ficar escura. Se o sol estiver forte e você fotografá-la virada para ele, você vai conseguir um rosto enrugado e olhos fechados. A saída é improvisar uma sombra ou aproveitar o sol para fazer uma foto de perfil. Se não quiser perder a imagem diante do sol, aqui, sim, apele para o flash.
As câmeras digitais contam com uma ferramenta que disfarça os olhos vermelhos. Procure no manual como ativá-la. É bem simples!
6. ACERTE NO FOCO
Você pode focar o primeiro plano e desfocar o segundo ou ainda focar a imagem inteira. Quando você escolhe algo para mostrar e desfoca o restante, cria um efeito muito legal. Chama a atenção para o seu objetivo. Para saber como desfocar um plano, veja com atenção o manual da sua máquina.
Ou apoie a máquina em algum lugar como mesa, estante ou até no chão (se quiser tirar uma foto de baixo para cima) para a imagem não ficar tremida. Essa dica vale especialmente para as fotos sem flash, quando as câmeras automáticas usam o recurso de baixar a velocidade. Dessa forma, a câmera permite a entrada de mais luz e qualquer mínimo movimento é captado na imagem. É com a velocidade baixa que você pode fazer fotos com os “rastros” do movimento, mas tenha cuidado para não tremer. Aperte o botão com suavidade.
Objetos em exagero, como brinquedos e excesso de decoração, podem “distrair” a foto, ou seja, tirar a atenção principal de seu filho.
Pense na fotografia como uma tela em branco a ser preenchida. Decida o que você quer mostrar e componha os elementos pelo quadro. Não foque sua atenção apenas para o centro da foto. Olhe para todos os lados. Às vezes, é interessante colocar seu filho no canto para poder mostrar que o lugar é cheio de árvores
Fonte: Site Crescer
quinta-feira, 19 de julho de 2012
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